***22 anos de Magistério****

domingo, 24 de agosto de 2014

sábado, 16 de agosto de 2014

JOGOS COOPERATIVO

CADERNO DE JOGOS PNAIC

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

POESIAS E RIMA

(2) TANTA TINTA - POESIA.doc
& # 180; MURRAY.doc PESIAS + DE + + OSEANA


A DESENHO.doc BAILARINA
A BAILARINA.doc
A Bicharada ATRAPALHADA Interpreta & # 199; & # 195; O.doc

A CASA E SEU DONO - PERSONAGENS.doc
A CASA E SEU DONO = - Ilustrada E COM BORDAS.doc

A CASA.zip
A 2.doc FOCA
A SARDINHA.doc FOCA
A ILUSTRADA.doc FOCA
A FOCA-Leitura E REESCRITA-UBEDA.doc
A FOCA.doc
A FOCA.zip
A peteca DO PINTO.zip

A_POESIA_NA_ESCOLA [1] .ppt
A + SOPA + DOS + DEZ + indiozinhos + COM + Interpreta & # 199; & # 195; O- + UBEDA.doc

& # 193; GUA LIMPINHA.doc
ANA BELA COMILONA.doc

AS AVENTURAS DA PULGA -RIMAS.doc
ATIV COM PARLENDA - UBEDA.doc




CADERNO_PARA_PROFESSORES _-_ Primeiro_Ano [1] .doc
_-_ Quarto_Ano.doc
_-_ Segundo_Ano.doc
_-_ Terceiro_Ano.doc
CAIXA M & # 193; GICA DE SURPRESA ELIAS JOS & # 201; doc
Capelinha - TEXTO.doc COMPLETE

Cec & # 237; lia Meireles.doc
cena de campo.doc
completar o poema.doc
COMPLETAR A PARLENDA CAD & # 202; ILUSTRADA.doc
F_A_FOCA_1 [1] .doc
F_A_FOCA_2 [1] .doc
F_A_FOCA_3 [1] .doc
ficheiro de poesia.doc

JOGO DE RIMAS COM O CARACOL DE IMAGEM.doc
Leil & # 195; O DE JARDIM- COM Interpreta & # 199; & # 195; OE ATIV.doc
Leitura e Interpreta & # 231; & # 227; o poema de 25 02 2010.doc
LIpoesia_vai _ & # 224; _escola.doc
MUSICA A FOCA ATIVIDADES VARIADAS.doc

O BAL & # 195; O DE AR ​​COM MEDO DE VOAR.doc
O Capit & # 227; o SEM fim.doc
O CRAVO BRIGOU COM A ROSA avaliacao.doc
O galo aluado.doc
O MACACO EA MOLA.doc
O SAPO EO JACAR & # 201; A JOANINHA EA BRUXA ELIAS JOS & # 201; doc
O Vestido de Laura.doc
Ou Isto É OU Aquilo.doc



contraditório do Corpo e animais.doc
Pintinho - 1.doc
= SEM BARRA-doc
POEMA CULIN & # 193; RIO.doc
Poema do Peixe - Atividades de grau dos substantivos.doc
poema peixe não aqu & # 225; rio c Atividades 1.doc
Poema SOBRE discrimi & # 231; & # 227; o.doc
POEMAS DA MENTIRA E DA VERDADE.doc
poesia 2 & # 176; ano.zip
target=_blank>
Poesia_Setembro- resolva continhas e descubra um sequencia.doc
POESIAS COM Ilustra & # 199; & # 213; ES E formata & # 199; & # 195; O MARAVILHOSA. 2.doc
POESIAS COM Ilustra & # 199; & # 213; ES E formata & # 199; & # 195; O MARAVILHOSA. doc
POESIAS DE VINICIUS DE MORAIS.doc
Poesias Diversas..doc
Poesias__CEC & # 205; LIA_MEIRELES.doc
POESIAS + DIVERTIDAS.doc
QUE DEL & # 205; CIA.doc

QUEM SOU 2 - POESIA.doc
QUEM SOU - POESIA.doc
RECEITA DE Espantar TRISTEZA- POESIA.doc



RODA NA RUA - POESIA.doc
SER & # 195; O DO MENINO POBRE.doc
SURPRESAS - POESIA.doc
TANTA TINTA - POESIA.doc
TEM TUDO A VER - POESIA.doc
TEXTO E ENTENDIMENTO- A BALEIA- UBEDA.doc
TEXTO O GATO DE VINICIUS MORAES.doc
Texto SOBRE poesia.DOC
travessuras DO VENTO TEXTO E DESENHO.doc
travessuras DO VENTO.doc
Vin & # 237; cius de Moraes POESIAS.doc
Vin & # 237; cius de Moraes.doc
VINICIUS DE MORAIS ALGUMAS POESIAS.doc

BULLYNG

A BRINCADEIRA QUE MACHUCA (apelidos na escola).doc

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

RESOLUÇÃO DE VÁRIAS SITUAÇÕES PROBLEMAS


RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

Slides resumo constance kamii


LIVRO: A CRIANÇA E O NÚMERO – CONSTANCE KAMII

RESUMO DO LIVRO : A CRIANÇA E O NÚMERO – CONSTANCE KAMII

 INTRODUÇÃO
As pesquisas de Piaget alteraram significativamente a prática de boa parte dos professores das séries iniciais, entretanto, uma compreensão equivocada desse teórico levou a um grande número de aplicações práticas inadequadas. Em seu livro - A criança e o número: Implicações Educacionais da Teoria de Piaget para a Atuação Junto a Escolares de 4 a 6 anos – Constance Kamii propõe-se a responder dúvidas referentes à aplicação da pesquisa e da teoria de Piaget no ensino do número. Quatro tópicos organizam o enfoque proposto pela autora: “1) A natureza do número. 2) Objetivos para ‘ensinar’ número. 3) Princípios de ensino. 4) Situações escolares que o professor pode usar para ‘ensinar’ número.” (p.8)
Numa breve revisão sobre a prova da conservação, a autora esclarece que as crianças de quatro anos tendem a acreditar que uma determinada quantidade de objetos se altera em função da disposição destes numa superfície. Por exemplo, se uma professora coloca oito pedaços de isopor enfileirados e entrega outros oito pedaços para a criança enfileirar, a tendência é que a criança os disponha de forma mais espaçada e que, por causa desse espaçamento, acredite ter enfileirado mais pedaços de isopor que a professora. Isso significa que a criança ainda não conserva quantidades, entretanto, não significa que a professora deve “ensiná-la” a conservar fazendo, por exemplo, a correspondência um a um.
1)      A NATUREZA DO NÚMERO
Para Piaget, os conhecimentos diferenciam-se, considerando suas fontes básicas e o modo de estruturação, em três tipos: conhecimento físico, lógico-matemático e social (convencional). O conhecimento físico e o social são parcialmente externos ao indivíduo enquanto que a fonte do conhecimento lógico-matemático é interna.
O conhecimento físico é o conhecimento dos objetos da realidade externa: são as propriedades físicas que podem ser conhecidas pela observação. Entretanto, a relação entre as propriedades físicas de dois objetos é construída a partir do conhecimento lógico-matemático. É também o pensamento lógico-matemático que atua quando analisamos numericamente os objetos, estabelecendo relações de igual, diferente, mais etc. Assim “ número é uma relação criada mentalmente por cada indivíduo.” (p.15)
Segundo Piaget, existem dois tipos de abstração: a empírica (ou simples) que consiste em focalizar uma certa propriedade do objeto e ignorar as outras; e a abstração reflexiva que envolve a construção de relações entre os objetos. Por não ter existência na realidade externa, a abstração reflexiva é uma construção realizada pela mente. A abstração reflexiva é usada para construir o conceito de número. Entretanto, esses dois tipos de abstração são interdependentes: “a criança não poderia construir a relação ‘diferente’ se não pudesse observar propriedades de diferença entre os objetos” (p.17), por outro lado, para perceber que um certo peixe é vermelho(abstração empírica), ela necessita possuir um esquema classificatório para distinguir o vermelho de todas as outras cores.
Assim, número é, de acordo com Piaget, “uma síntese de dois tipos de relações que a criança elabora entre os objetos (por abstração reflexiva). Uma é a ordem e a outro é a inclusão hierárquica.” (p.19) A ordem é importante para assegurar que não deixamos nenhum objeto sem contar, ou que não contamos um mesmo objeto duas vezes. A inclusão hierárquica diz respeito à capacidade de compreender que um está contido em dois, dois está contido em três, e assim sucessivamente.
Se perguntarmos, por exemplo, a uma criança de quatro anos se existem mais animais ou vacas no mundo. Elas terão dificuldades em responder porque o seu pensamento ainda não é flexível o suficiente para ser reversível. A reversibilidade diz respeito à habilidade de realizar mentalmente operações opostas. No exemplo acima, a criança não consegue cortar o todo ‘animais’ em partes e as reunir mentalmente.
Assim sendo, a teoria de Piaget contradiz o pressuposto comum de que os conceitos numéricos podem ser ensinados pela transmissão social. As palavras um, dois, três… São exemplos de conhecimento social, contudo, os conceitos numéricos não são adquiridos através da linguagem. Por outro lado, número também não é alguma coisa conhecida inatamente, por intuição. Assim, a estrutura lógico-matemática do número é construída através da criação e coordenação de relações e não pode ser ensinada diretamente porque a criança tem que construí-la por si mesma.
2)      OBJETIVOS PARA “ENSINAR” NÚMERO
Para que se possa extrair implicações pedagógicas dos temas tratados no 1º capítulo é preciso compreender o contexto global da obra de Piaget. Sendo o conceito de número uma construção interna de relações, é preciso estimular, nas crianças, a autonomia para estabelecer entre os objetos, fatos e situações todos os tipos possíveis de relação.
Aliás, para Piaget, o desenvolvimento da autonomia deve estar no centro de qualquer proposta educativa. Autonomia é o ato de ser governado por si próprio, o oposto de heteronomia que significa ser governado por outra pessoa. É muito importante destacar que a autonomia é indissociavelmente social, moral e intelectual.
Assim, o conceito de número não pode ser “ensinado” às crianças pela via da apresentação e repetição desse conceito pelo professor. É preciso que as crianças construam estruturas mentais para abarcar esse conceito e a melhor forma de fazer isso é estimulando-as a colocar todas as coisas em todos os tipos de relações.
3)      PRINCÍPIOS DE ENSINO
a)      A criação de todos os tipos de relações.
O educador deve encorajar a criança a estar alerta e colocar todos os tipos de objetos, eventos e ações em todas as espécies de relações possíveis.
b)      A quantificação de objetos.
                                I.            O educador deve encorajar as crianças a pensarem sobre número e quantidades de objetos em situações que sejam significativas para elas, ou seja, as crianças devem pensar sobre quantidade sempre que sentirem necessidade e interesse.
                              II.            O educador deve encorajar a criança a quantificar objetos logicamente e a comparar conjuntos (em vez de encorajá-las a contar). O educador pode, por exemplo, pedir a uma criança que apanhe guardanapos ou copos suficientes para todas as crianças de uma mesa, em vez de dizer-lhe para apanhar uma quantidade definida de objetos.
                            III.            O educador deve encorajar a criança a fazer conjuntos com objetos móveis. Folhas de exercícios com desenhos não são apropriadas para ensinar o número elementar, pois pode conduzir à resposta certa pela maneira errada. O ideal é que a criança trabalhe com objetos móveis.
c)       Interação social com os colegas e os professores.
                                I.            O educador deve encorajar a criança a trocar ideias com seus colegas. Através da troca de ideias e do questionamento entre colegas, as crianças podem chegar à resposta certa sem a correção feita pelo professor.
                              II.            O educador deve imaginar como é que a criança está pensando e intervir de acordo com o que parece estar sucedendo em sua cabeça. Mais do que corrigir a resposta dada pela criança, o professor deve tentar reconstituir o seu raciocínio para entender a base do “erro”.  Por exemplo, se uma criança está distribuindo xícaras e falta uma, pode ser que ela tenha esquecido de contar a si própria. Nesse caso, o professor pode perguntar casualmente: “você contou a si mesmo?”
4)      SITUAÇÕES ESCOLARES QUE O PROFESSOR PODE USAR PARA “ENSINAR” NÚMERO
A autora apresenta, neste capítulo, exemplos de atividades que focalizam a quantificação.
a)      VIDA DIÁRIA
Durante a sua rotina cotidiana, a professora pode transferir algumas responsabilidades para as crianças, por exemplo:
                                I.            A distribuição de materiais
Pedir às crianças que tragam o número suficiente de xícaras para todos à mesa.
                              II.            A divisão de objetos
Na hora do lanche, a professora pode dar uma certa quantidade de bolachinhas a uma criança e pedir que ela as distribua entre os colegas, encorajando o grupo a trocar ideias sobre a execução da tarefa.
                            III.            A coleta de coisas
A coleta de bilhetes de permissão assinados pelos pais é uma oportunidade natural de ensinar a composição aditiva do número. A professora poderá propor as seguintes questões: “quantas crianças trouxeram seus bilhetes hoje?” “quantas trouxeram ontem?” etc.
                            IV.            Manutenção de quadros de registros
A professora pode providenciar um quadro para registrar o número de alunos presentes e ausentes.
                              V.            Arrumação da sala
A professora pode sugerir que cada criança guarde 3 coisas, se houver um momento para limpeza e arrumação da sala.
                            VI.            Votação
Essa prática é importante para ensinar a comparação de quantidades, além de favorecer a autonomia, uma vez que atribui poder de decisão às próprias crianças.
b)      JOGOS EM GRUPO
                                I.            Jogos com alvos
Bolinhas de gude e boliche são bons para a contagem de objetos e a comparação de quantidades.
                              II.            Jogos de esconder
O jogo de esconder laranjas é excelente para trabalhar a divisão de conjunto, adição e subtração. Funciona da seguinte forma: A professora esconde cinco laranjas em lugares diferentes e as crianças vão procurá-las. Durante a brincadeira, quando as crianças já tiverem encontrado algumas laranjas, a professora pode perguntar quantas ainda faltam para serem encontradas.
                            III.            Corridas e brincadeiras de pegar
A dança das cadeiras é uma excelente oportunidade para as crianças compararem quantidade. A preparação do jogo é a parte mais importante. A professora deve deixar que as próprias crianças arrumem as cadeiras e decidam como querem jogar – com o mesmo número de cadeiras e de crianças, ou com uma cadeira a menos.
                            IV.            Jogo de adivinhação
Uma criança pega uma carta (entre 10 cartas numeradas) e as outras tentam adivinhar qual foi o número retirado. A criança que tem a carta nas mãos responde a cada tentativa dizendo: “não, é mais” “não, é menos” “sim”.
                              V.            Jogos de tabuleiros
Uma série de jogos de tabuleiros, daqueles em que se joga um dado e se avança o número de casas sorteados, como o “Lero-Lero! Cereja – 0” pode ser utilizado para construir o conceito de número.
                            VI.            Jogos de Baralho
Jogos de baralho como “Memória” “Batalha” e “Cincos” são excelentes para o desenvolvimento do pensamento lógico e numérico.
APÊNDICE
A autonomia como finalidade da Educação: implicações da Teoria de Piaget.
Neste apêndice, a autora faz uma revisão do livro: O julgamento Moral da Criança de Piaget, publicado em 1932. Começa estabelecendo a diferença entre autonomia que significa ser governado por si mesmo e heteronomia que é ser governado por outra pessoa. Cita um exemplo extremo da moralidade da autonomia: Elliott Richardson, personagem de Watergate, que foi a única pessoa do gabinete do Presidente Nixon que se recusou a mentir, a pedido do seu superior, pedindo demissão.
A AUTONOMIA MORAL
Todos os seres humanos nascem heterônimos e vão se tornando, progressivamente, mais autônomos. Entretanto, boa parte das pessoas não desenvolve a autonomia de forma ideal. A questão é que grande parte dos adultos reforçam a heteronomia natural das crianças através de recompensas e castigos, quando deveriam estimular o desenvolvimento da autonomia trocando pontos de vistas com os pequenos.
Segundo Kamii, a punição acarreta três tipos de consequências:
1)      Cálculo de riscos → a criança repetirá o mesmo ato que ocasionou a punição, só que dessa vez tomará cuidado para não ser descoberta. Ou pode decidir que, mesmo sendo descoberta, o prazer de cometer o ato infracionário compensa a punição.
2)      Conformidade cega → as crianças decidem que é melhor obedecer os adultos sempre para garantir a sua segurança e respeitabilidade.
3)      Revolta → Algumas crianças, que antes se comportavam bem, decidem parar de obedecer e começar a viver por si próprias. Contudo, existe uma grande diferença entre autonomia e revolta. O não-conformismo ou a revolta não tornam, necessariamente, a pessoa mais autônoma.
As recompensas também reforçam a heteronomia.
Para que as crianças desenvolvam a autonomia moral, os adultos devem incentivá-las a construir por si próprias, os seus valores morais. Entretanto, é preciso ser realista, não há como evitar totalmente as punições. É possível, porém trocar as punições pelo que Piaget chamou de sanções por reciprocidade.
As sanções por reciprocidade são aquelas que estão diretamente relacionadas com o ato infracional. Kamii aborda quatro exemplos de sanção por reciprocidade:
1)      Exclusão temporária ou permanente do grupo. → Quando uma criança perturba a leitura de uma história, por exemplo, a professora pode dizer. – “Você pode ficar aqui sem nos aborrecer, ou terei que lhe pedir que vá para o canto dos livros ler sozinha.”
2)      Apelar para a consequência direta e material do ato. → A criança que conta uma mentira pode ser confrontada com o fato de que as pessoas podem não acreditar mais nelas.
3)      Privar a criança de uma coisa que ela usou mal. → A criança que usa mal um brinquedo pode ser impedida de usá-lo até que aprenda a utilizá-lo corretamente.
4)      Reparação → A criança que estraga um trabalho de um colega pode ser convidada a ajudar a consertá-lo.
Contudo, para que essas sanções por reciprocidade não se transformem em punição, é preciso que haja uma relação de afeto e respeito mútuo entre a criança e o adulto.
Para finalizar, a autora destaca que os valores morais não são internalizados ou absorvidos de fora para dentro, mas construídos interiormente, através da interação da criança com o meio.
A AUTONOMIA INTELECTUAL
Uma pessoa intelectualmente autônoma necessita estar realmente convencida do seu erro para aceitar a correção de outras pessoas, enquanto as heterônomas acreditam em tudo o que lhe dizem, sem questionar.
A criança não adquire conhecimentos internalizando-os diretamente do seu meio ambiente. Em vez disso, as crianças constroem o conhecimento criando e coordenando relações entre objetos, fatos, etc.
Se o professor simplesmente marca como erro uma resposta do tipo “4 + 2 = 5”, sem tentar reconstituir o raciocínio da criança e convencê-la do seu erro, a tendência é que essa criança acredite que a verdade advém somente da cabeça do professor.
“Quando uma criança diz que 4 + 2 = 5, a melhor forma de reagir, ao invés de corrigi-la é perguntar-lhe – ‘Como foi que você conseguiu 5?’ As crianças corrigem-se frequentemente de modo autônomo, à medida em que tentam explicar seu raciocínio a uma outra pessoa. Pois a criança que tenta explicar seu raciocínio tem que descentrar para apresentar a seu interlocutor um argumento que tenha sentido. Assim, ao tentar coordenar seu ponto de vista com o do outro, frequentemente ela se dá conta do seu próprio erro.” (p.115)
Assim, ao transferir o foco do pensamento pedagógico daquilo que os professores ensinam para como as crianças aprendem, Piaget sugere uma revolução Copernicana na educação. Assim, os docentes precisam rever os seus objetivos colocando a construção da autonomia como finalidade maior da educação.

domingo, 10 de agosto de 2014

ATIVIDADES DO LIVRO "O CASO DA LAGARTA QUE TOU CHA DE SUMIÇO"

O CASO DA LAGARTA QUE TOMOU CHÁ DE SUMIÇO


O Caso da Lagarta Que Tomou Chá de Sumiço hum de Rosemary Batista



  • Antes da Leitura


    Sensibilização dos Estudantes atraves da Observação da capa do Livro; de Durante a Leitura Leitura da História realizada Pelô Professor COM a utilização de lâminas; Provocação de Produção: Sem Que OS Estudantes saibam o da História final, Solicitar Que respondam a seguinte problematização: "O QUE PODE TER ACONTECIDO COM A Lagarta?" DEPOIS da Leitura: • Leitura da História realizada Pelos Estudantes AOS Demais Colegas; • Relacionar Imagens UO nomos dos Personagens com falas presentes no Texto da História; • Reconstrução da História fragmentada los Frases desorganizadas; • charadinhas Solucionar envolvendo Personagens do Texto, Exemplo: Vivo Bem ao Mundo, env Devagar Vou ao longe. Meu nome Inicia com a letra P e Terminais com a. ? QUEM sou ? QUEM TEM Pernas Para dar e vender, Que o nomo Inicia com C • Completar lacunas como não Texto da História; • Apos a Leitura da História pense: "QUE OUTRA ESTRATÉGIA A CORUJA PODERIA TER PARA RESOLVER ESTE Utilizado misterio?" • Elaborar uma Lista dos animais da História com o SUAS respectivas characteristics; • Estudar o Processo de metamorfose das lagartas atraves de Textos Científicos; • Realizar comparações Entre OS animais classificando-os de a Acordo com uma especie that pertencem; • Montar hum Jogo de adivinhações envolvendo OS animais da História e To Us Link that desejarem. Os Estudantes precisam apresentar AOS Colegas o Seu animais respondendo a seguinte pergunta: "Se Eu Fosse ESSE Animal da UE térios ..." • Criação de Fichas Técnicas dos animais da História UO To Us Link estudados um Dela Partir; • Resolução de Problemas: Se UMA aranha TEM 8 Pernas. Quantas Pernas TEM Três Aranhas juntas? • releitura de obra de arte SOBRE animais; • Utilizar o Calendário de para acompanhar Os Dias Que Demora um parágrafo lagarta Sair fazer Seu Casulo;  ? cais Quais d'Orsay Competencias SÃO DESENVOLVIDAS ATRAVES DESTA Sequência Didática • Dominio de Linguagens • compreensão de Fenômenos • Construção de argumentações • Solução de Problemas • elaboração de propostas cais Quais d'Orsay Habilidades SÃO DESENVOLVIDAS ATRAVES DESTA Sequência Didática PARA CHEGARMOS AS Competencias MENCIONADAS? • Ler; • Interpretar; • Compreender; • Comparar; • Pesquisar assuntos ESPECÍFICOS; INFORMAÇÕES • socializar; • Compartilhar Ideias; • Sistematizar conhecimentos adquiridos; • Expressar-SE COM oralmente clareza; • Realizar Leitura Crítica de Imagens; diferenciadas • Utilizar Estratégias nd Solução de Problemas situações;

SEQUÊNCIA DIDÁTICA DO LIVRO " O CASO DA LAGARTA QUE TOMOU CHÁ DE SUMIÇO"





Terra Nova do Norte - MT
2013


Sequência Didática:   Conhecendo OS Insetos.
Gênero : Conto
Título: "O Caso da Lagarta Que Tomou Chá de Sumiço"




Principios Didáticos

1- Ensino reflexivo;
2 Ensino centrado na problematização;
3 Ensino centrado Entre pares;
4 Ensino centrado na explicitação verbal;
5- Favorecer UMA argumentação;
6 saberes Sistematização DOS;
7 Valorizar o Conhecimento do Aluno;
8 Incentivar a Participação do Aluno;
9- diversificar Como Estratégias didáticas;
10-Ensino centrado na Progressão.
 OBJETIVOS : O Que OS Alunos PODEM Aprender com essas Atividades?

ü  Conhecer e apreciar hum Texto Que FAZ Parte do Repertório Popular de Nossa Cultura, um conto infantil.
ü  Ler Antes de saber LER convencionalmente.
ü  Acionar Estratégias de Leitura Que permitam Descobrir o Que ESTA Escrito.
ü  Ampliar a competencia comunicativa Fazer Aluno;
ü  Demostrar capacidades de Reflexão Sistemática Sobre a Língua ea Linguagem;
ü  Ampliar o insetos Conhecimento SOBRE OS;

Componentes curriculares : Língua Portuguesa, Artes, Ciências Naturais, Matemática e História.

Eixo - oralidade:

a) Interpretar Textos orais um ouvidas Partir de Histórias;
b) Emitir opiniões e comentários Dar Dar Fazer Pessoais.
c) Participar de Interações orais los sala de aula, questionamento, sugerindo, argumentando e respeitando OS turnos de Fala.
d) Valorizar OS Textos de Tradição POR reconhecendo-os através de manifestações orais Como Culturais.

Eixo - Leitura:

a) Antecipar Sentidos e ativar conhecimentos previos relativos AOS Textos uma professora Serem Lidos Pelo.
b) Realizar inferências lidos los Textos de Diferentes Gêneros Pela professora.
c) Estabelecer Relações lógicas Entre contraditório de Textos de Diferentes Gêneros e Temáticas.
d) Gêneros Ler e reconhecer OS textuais de: Não Contexto social (conto, Bilhete);

Eixo - Escrita:

a) Reconhecer e nomear Como fazer letras alfabeto;
b) Identificar semelhanças sonoras los Sílabas e rimas;
c) Perceber Que Como vogais presentes o Estação los TODAS Como Sílabas;
d) Dominar Como correspondências Entre letras e Seu valor sonoro de Modo a escrever Palavras e frases Simples (SEA);
e) Conhecer e Fazer USO das grafias de Palavras com Correspondência Regulares contextuais Entre letras OU Grupos de letras e Seu valor sonoro;
f) Compreender o valor sonoro das letras (grafemas / fonemas);

Eixo- Produção de texto:

a)      Produzir Textos Escritos de género, Temática e Vocabulário Familiares.

Eixo- Números e Operações:

-Identificar Números Nos Diferentes Contextos los Que se encontram, funções EM SUAS Diferentes;
-Associar Uma Denominação Fazer Nummer hum SUA respectiva Representação simbólica;
Regularidades -Identificar ª Série Numérica Paragrafo nomear, ler e escrever Números;
-Resolver Situações Problemas envolvendo adição e subtração Simples.

Eixo- grandezas e MEDIDAS:

-Identificar Unidades de tempo-dia, semana, MES, ano e utilizar Calendário.

Eixo- tratamento da Informação:

-Ler, Interpretar e Transpor Informations situações e configurações (Fazer Tipo: Gráficos, Tabelas), Paragrafo compreender OS Fenômenos Sociais.
-resolver e elaborar Problemas a Partir das INFORMAÇÕES de hum Gráfico.

DIREITOS Gerais de Aprendizagem de História, Geografia e Ciências Naturais:

Conceitos Básicos -Entender de Ciências;
- Classificar OS animais de um a Acordo com a SUA especie;
- Interpretar Textos Científicos: como ETAPAS da metamorfose da borboleta;
- Distinguir Como Práticas Sociais, Políticas e Econômicas e Culturais Específicas dos SEUS Grupos de Convívio locais, Regionais e Nacionais na Atualidade: a extinção das Borboletas na Natureza;

CONTEÚDOS

·         Práticas de Leitura e Escrita;
·         Apropriação do Sistema de Escrita alfabética;
·         Características dos insetos e comparação com Para nós Ligação animais;
·         Metamorfose da borboleta;
·         Sequência Numérica;
·         Gráfico e Tabela;
·         Situações Problemas.

Recursos utilizados:   Quadro, cadernos, pincel Paragrafo Quadro Branco, mostram os dados, DVD, CD, Rádio, lápis grafite e de cor, tesoura, tinta guache, sulfito Folha, Impressora, pincel, cola, Revistas, Livros recorte para, massa de modelar , Papéis Laminados, Desenho Impresso, computador: Tux Paint, Internet, Máquina Fotográfica.

Trabalhadas disciplinas:  Língua Portuguesa, Matemática, Artes, Ciências, Geografia e História.

Tempo de duração : 15 dias
1º dia-segunda-feira

Rotina do Dia:
-Acolhida: "Música a borboletinha"
-Cabeçalho: Nome da Escola, Diâmetro, MES e Ano, nome da professora, nome completo do Aluno.
-Correção Do Pará casa: pintar o Quadro de Acompanhamento das tarefas.
-Chamada Interativa com canto.
-Roda De conversa:
-Sensibilização Dos Estudantes: Explorar a capa do Livro, autor, etc Imagens
-Explorar O Conhecimento Prévio dos Alunos los Relação à História.
-Leitura Da História: O Caso da Lagarta Que Tomou Chá de Sumiço   realizada Pela Professora com o OSU dados mostram Fazer. 
-Explicar O Gênero conto. 
Obs. Dar PAUSA apos uma Fala de Cada Personagem da História e Fazer questionamentos.
1)     O Que PODE ter acontecido com UMA lagarta?
2)     Sera, Que Coruja Ira Encontra-la?
3)     O Que Quer DiZer Chá de Sumiço?
4)     Onde ELA DEVE Estar?
5)     A Ha quantos animais na História?
6)     Que Tipo de animais vive na Floresta?
7)     melho a Diferença Entre E Enguias?

- APOS A Leitura da História PENSE:
-Que Outra Estratégia UMA coruja poderia ter Utilizado Para resolver Este Mistério?
-Após Uma Leitura OS Alunos Irão recontar a História.
- Elaborar UMA Lista com alguns animais da História escolhido pelas crianças com o SUAS respectivas características: (professora-Escriba)
- Joaninha: inseto- pequeno- com bolinhas.
-Coruja: Ave, bota Ovos, corpo com penas.
-Tatu: Corpo com carapaça, mamífero.
-Ilustrar Uma História.
Para Casa
Observar AO Redor de Sua Casa se Encontra alguma lagarta.
2º dia- terça-feira
Rotina do Dia
-Acolhida: Poe A Mão no Ombro, na Cabeça, na orelha, Nao dedao Fazer p ...
-Oração De agradecimento.
-Cabeçalho: Nome do Município, diâmetro, MES e Ano, nome do Aluno e da professora.
-Roda De Conversa Paragrafo Correção do Pará Casa.
-Estudar O Processo de metamorfose das lagartas atraves de Textos Científicos.
-Escreva O nomo dos animais que aparecem na História: (ATIVIDADE impressa)
Termine O Que se Pede.


Termine O Que se Pede: (ATIVIDADE impressa)
     Animais
Numéro de Sílabas
Numéro de letras
Joaninha


 Coruja


Galinha


Aranha


Centopéia


Lagarta


Preguiça


Mosca


Abelha


Camaleão


borboleta


Tatu



-Faça Hum Desenho de Como hum Personagem era Diretor de: Não Início da História e Como ficou SEM final:

Antes
DEPOIS



OS Colocar animais los Ordem alfabética:

tatu
1-abelha
coruja
2-aranha
Aranha
3-borboleta
preguiça
4-camaleão
camaleão
5-Centopéia
joaninha
6-coruja
abelha
7-galinha
galinha
8-joaninha
tucano
9-mosca
Mosca
10-preguiça
Centopéia
11-tatu
borboleta
12-tucano

Para casa:
Pergunte Como SEUS Pais do SE UMA Quantidade de borboletas Que existem Hoje é hum MESMA de Antigamente?
3º dia-quarta-feira
Rotina do Dia
-Acolhida: Canto-A Pulga EO percevejo.
-Cabeçalho Com Nome completo.
-Correção Do Pará casa: pintar o Quadro de Acompanhamento.
-VIDEO: A metamorfose da borboleta (Cocoricó).
-Escrever O nomo dos animais com letra Móvel:
-BORBOLETA: B- O- R -B -O- LETA
Lógica -Sequência:
Estudadas -Revisão Das Sílabas .
Para casa:  Recortar e colar com Palavras Como Sílabas estudadas.

4ª dia-quinta-feira
Rotina do Dia
- Oração do Cartaz.
-Acolhida: (Cartaz Ilustrado com Poesia: borboletas Como.)
-Leitura Oral, Fazer Cartaz.
-Correção Do Pará Casa.
-Cabeçalho Com Nome completo.
-Fazer Um copia Fazer Cartaz com letra de forma.
-Resolução De Problemas:
-SE UMA aranha TEM 8 Pernas. Pernas Quantas TEM 2 aranhas?
R: Tem 16 Pernas.
-Adivinhas:
a)      Vivo Bem ao Mundo, env Devagar Vou Longe, Meu nome Inicia com a letra P e Terminais com a letra A? R: Preguiça
b)     QUEM TEM Pernas Para dar e vender comeca com a letra C e Terminais com a letra A? R: Centopéia

Para casa:  relacione um nomos Imagem dos Animais hum SEUs respectivos. ATIVIDADE Paragrafo IMPRESSA colar nenhum caderno.

5º dia-sexta-feira
Rotina do Dia
-Acolhida: (Vídeo dona aranha)
-Cabeçalho Com Nome completo.
-Correção Do Pará Casa.
Vídeo: Vida de Insetos dados mostram los.
-Discussão Bucal SOBRE O Filme e SEUS Personagens.
6º dia- segunda-feira
Rotina do Dia
-Oração Fazer Cartaz.
-Canto: Borboletinha
-Cabeçalho Com Nome completo.
-Confecção Da lagarta com recorte e COLAGEM com Papel laminado.
-Caça-Palavras da borboleta.
-Anexos:







Avaliação:



Ocorrerá los de Todos os momentos atraves da Observação, propostas da Participação dos Alunos NAS ATIVIDADES, Interesse e também Mudanças de atitudes Quanto à incorporação de Valores, grau de Motivação e entusiasmo.

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