***22 anos de Magistério****

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domingo, 2 de outubro de 2011

Haddad promete: mestrados e doutorados em Educação serão grátis

Cursos de pós-graduação, mestrados e doutorados em educação, mesmo em instituições privadas, serão gratuitos. O anúncio foi feito pelo ministro Fernando Haddad, na tarde desta sexta-feira, 30, durante o 7º. Congresso Inclusão: Desafio Contemporâneo para a Educação Infantil, promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Unidades de Educação Infantil da Rede Direta e Autárquica do Município de São Paulo (Sedin).
Haddad explicou que deve assinar nos próximos dias uma portaria que dará a esses cursos o mesmo mecanismo do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).
Os professores que decidirem fazer o curso e trabalharem nas redes públicas terão a dívida saldada automaticamente.
A respeito do tema do evento, o ministro da Educação admitiu que trabalha com dificuldade em um modelo de avaliação para a educação infantil. “Faço um desafio para vocês. Me mostrem os casos de sucesso e de eficiência para que possamos tabular esses valores.”
Haddad creditou ao presidente Lula a inclusão da educação infantil no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), além do fornecimento de merenda, transporte escolar, biblioteca e livro didático. “O que mais me impressionou quando eu cheguei ao Ministério da Educação foi a constatação de que não só não havia mecanismos de financiamento, como não se dava importância a um ciclo tão importante da formação da criança.”
 Vamos esperar que dê tudo certo e que venha acontecer de verdade!
Querem conferir click aqui embaixo!

http://www.ivanilson.com/2011/09/haddad-promete-mestrados-e-doutorados.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+professorivanilson+%28professor+ivanilson%29

domingo, 4 de setembro de 2011

Escolas privilegiam alfabetização do que o ensino da matemática, avalia secretária do MEC

 



Os alunos do 3° ano do ensino fundamental têm mais dificuldade em matemática do que em leitura – apenas 42% dominam a adição e a subtração e conseguem solucionar problemas envolvendo, por exemplo, notas e moedas. Os resultados foram medidos por meio de uma avaliação aplicada a 6 mil estudantes, de escolas públicas e privadas, das 27 capitais.
Para a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, nos últimos anos os governos municipais, estaduais e federal, além das próprias escolas, focaram mais a questão da alfabetização nos primeiros anos do ensino fundamental, quando 56% têm o domínio adequado da leitura, o que pode explicar o resultado inferior em matemática. “O diagnóstico tem que ser olhado com muito cuidado, e tem que servir para iluminar as nossas políticas. Em relação a matemática, é como se ele fosse um sinal laranja”, disse.
A Prova ABC é uma iniciativa do movimento Todos Pela Educação, do Instituto Paulo Montenegro/Ibope, da Fundação Cesgranrio e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). O objetivo é aferir o nível de aprendizado das crianças no início da vida escolar, após os três primeiros anos de estudo. Do total de alunos participantes, mais de 40% não têm o aprendizado em leitura esperado para esta fase, ou seja, que não dominam bem atividades como localizar informações em um texto ou o tema de uma narrativa. Em matemática, 57% teve desempenho abaixo do adequado.
O Ministério da Educação (MEC) só avalia os estudantes a partir do 5º ano do ensino fundamental. Antes desta fase, o único instrumento que existe para aferir o nível de aprendizado dos alunos é a Provinha Brasil, exame que é aplicado pelo próprio professor e serve para que ele possa saber como está o desenvolvimento dos seus alunos. Os resultados não são divulgados. Até o ano passado, a Provinha Brasil avaliava apenas os conteúdos de português e, a partir de 2011, a matemática foi inserida.
“O que a gente enxerga é que todos os nosso programas relacionados à alfabetização e à leitura estão efetivamente dando resultado. Sabemos que esse resultado [superior em leitura do que em matemática] tem relação com a Provinha Brasil, os programas de literatura infantil e o Pró-Letramento que tem formado muitos professores na área de alfabetização”. A secretária avalia que agora é necessário aprofundar as ações em relação a matemática, especialmente a formação dos professores.
As notas da Prova ABC também tiveram grande variação para mais entre os participantes das escolas particulares em comparação com os da rede pública. Em leitura, a média dos alunos das escolas públicas foi 175,8 pontos contra 216,7 entre os da rede privada. As habilidades dos estudantes com os números também foi superior na rede privada, cuja média foi 211,2 pontos contra 158 na pública. Para Pilar Lacerda, o resultado está ligado à condição socioeconômica dos alunos.
“São as crianças de famílias menos escolarizadas que têm mais dificuldade na aquisição da literatura e desses conhecimentos. A escola faz a diferença quando consegue garantir a aprendizagem mesmo para quem não vem com essa bagagem de casa. Os alunos das escolas particulares ganham livro quando são bebês, têm o hábito de ouvir histórias desde pequenos. A escola tem que fazer esse papel que a gente chama de “efeito escola”, disse.
 
Fonte:http://aprenderconstruindo.blogspot.com/2011/09/escolas-privilegiam-alfabetizacao-do.html

sexta-feira, 22 de julho de 2011

SP quer magistério entre 10 carreiras mais desejadas

Por Rafael Vaz l Publicado em Educação e Comportamento l 22 de Julho de 2011





A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo prepara um plano de desenvolvimento da educação básica, chamado “Um salto de qualidade”, que terá como meta tornar o magistério uma das dez carreiras mais atraentes para os jovens até 2030. O plano é resultado dos 15 encontros que o secretário de Educação, Herman Voorwald, teve com cerca de 20 mil profissionais da rede desde o começo do ano, e está sendo desenvolvido com o auxílio da consultoria norte-americana McKinsey.

Herman afirmou nesta terça-feira que a valorização do professor é a prioridade de sua gestão. “Se não houver um trabalho rápido de recuperação da carreira, não teremos melhora na qualidade de educação”, disse em um evento da Universidade Estadual Paulista (Unesp) sobre produção acadêmica, realizado na Secretaria de Estado da Educação.

O plano também tem como meta elevar o desempenho da rede estadual no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) – prova trienal aplicada a estudantes de 65 países. A Secretaria quer estar entre os 25 melhores sistemas de ensino até 2030, posição hoje de países como França e Estados Unidos. No último exame, os alunos do Estado de São Paulo tiraram nota 392 em leitura, abaixo da média do País (412), que ficou em 53º lugar.

Transformar a carreira de professor em uma das mais atraentes também será um grande desafio. No último vestibular da Fuvest, o maior do Brasil e que seleciona estudantes para a Universidade de São Paulo (USP), o curso de licenciatura mais concorrido foi História, que ficou em 67º, com 6,14 candidatos por vaga.

Neste mês, o governo aumentou o piso dos professores na rede estadual paulista de R$ 1.665 para R$ 1.894 para 40 horas semanais a partir de julho. Como o aumento conta a incorporação no salário base de R$ 96, que já é recebida por todos os docentes com o nome de Gratificação Geral, o acréscimo foi, na prática, de R$ 133.

“As três universidades estaduais de São Paulo (USP, Unicamp e Unesp) são exemplos de sucesso e todas focaram em recursos humanos. Esta é a prioridade desta gestão”, destacou o secretário.

O plano de desenvolvimento da educação básica deve ser anunciado nos próximos meses pelo governador Geraldo Alckmin. Segundo Herman, os serviços da consultoria McKinsey são bancados por “um grupo de empresários ligados à educação.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Em breve escolas públicas poderão usar tablets em sala de aula Publicado em Educação e Comportamento

Apesar da crescente evolução da tecnologia digital dos últimos anos, computadores portáteis, telas sensíveis a toque e internet continuam uma realidade distante da maioria das salas de aula do País. Para os especialistas, as novas ferramentas tecnológicas podem e vão mudar o modo de ensinar no futuro. Com a popularização dos tablets – computadores portáteis sensíveis ao toque –, o Ministério da Educação decidiu, por sua vez, estudar como a ferramenta pode ser aproveitada em sala de aula.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, designou um grupo de técnicos do ministério para avaliar como essas novas tecnologias podem se tornar ferramentas didáticas em sala de aula e contribuir para a aprendizagem dos alunos. Até o fim de maio, esses especialistas entregarão um relatório completo sobre o tema nas mãos do ministro. O assunto se tornou mais importante depois do anúncio do investimento chinês na fabricação de tablets no País.
Por trás do investimento chinês no Brasil, terceiro maior já feito no País por uma única empresa, está um enorme potencial de adoção de tablets no sistema educacional, público e privado. Para especialistas ouvidos pelo iG, a experiência inédita coloca a tecnologia como principal fio condutor da evolução entre sociedade e educação. Na opinião dos pesquisadores, o suporte de leitura nas escolas precisa acompanhar as mudanças da sociedade.
 Por Rafael Vaz

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Meninos têm risco 67% maior de ir mal na escola, diz pesquisa Alunos do sexo masculino têm mais problemas de conduta. Estudo ouviu mais de 9.000 crianças em 16 estados.



Uma pequisa feita pelo Instituto Glia, da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, da Universidade La Sapienza de Roma e do Albert Einstein College of Medicine de Nova Iorque, aponta que os meninos apresentam um risco 67% maior de ter um baixo desempenho escolar do que as meninas. O estudo chamado de Projeto Atenção Brasil (PAB) avaliou 9.149 crianças e adolescentes de 16 estados e 81 cidades brasileiras.

Segundo a pesquisa, os meninos são mais afetados pois apresentam mais problemas de conduta, hiperatividade, problemas com colegas e de comportamento social, enquanto as meninas apresentam maior número de sintomas emocionais.

Nos meninos, segundo o estudo, o impacto dos sintomas é maior que nas meninas, portanto, apresentam maior risco de transtornos mentais (14,9% contra 10,5%). A pesquisa mostra, ainda, que os meninos são mais “irrequietos” e “hiperativos”, mais frequentemente “apresentam acessos de raiva e birras”, “preferem brincar só”, “brigam com outras crianças”, “distraem-se com maior facilidade”, “mentem”, “enganam”, “roubam” e “são perseguidos por outras crianças”.

As meninas, por sua vez, mais frequentemente “têm consideração pelos sentimentos de outras pessoas”, “são mais prestativas com alguém que parece magoado”, “têm uma boa amiga”, “é querida por outras crianças” e “gentil com as crianças mais novas”, “pensam antes de agir” e “completam as tarefas que começam”. Portanto, de acordo com o estudo, as meninas se mostram mais resilientes que os meninos.

Saúde mental
O projeto tem como objetivo principal revelar o retrato da saúde mental das crianças e adolescentes brasileiros, de forma a identificar fatores de risco e proteção que viabilizem medidas de prevenção e intervenção.

Doutor em neurologia e diretor do Instituto Glia, Marco Antônio Arruda, diz que a saúde mental não é só não ter transtornos mentais. "Há pessoas que não têm doença nenhuma, mas não têm saúde. Na saúde mental é a mesma coisa. A criança tem de estar em equilíbrio, ter comportamento e emoções que permitam que ela funcione normalmente e supere adversidades."

Basedo no estudo, o Instituto Glia pretende disponibilizar recomendações para contribuir com o desempenho escolar a educadores e responsáveis por elaborar políticas públicas na área da infância e juventude.

Fonte: G1
http://www.seruniversitario.com.br/LinkinNews/exibemsg.php?titulo=Meninos%20t%EAm%20risco%2067%%20maior%20de%20ir%20mal%20na%20escola,%20diz%20pesquisa.

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